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Psicologia clínica para jovens e adultos

Você não é um diagnóstico. Você é uma história inteira.

Atendo jovens a partir dos 16 anos e adultos que já receberam um psicodiagnóstico, ou que suspeitam de um padrão que talvez tenha nome. O trabalho não é encaixar você no laudo. É compreender a sua trajetória para além dele e construir, junto, o que fazer com essa informação.

  • CRP 06/127431
  • 12 anos de psicologia
  • Atendimento online
André Liberali, psicólogo, sentado no consultório, sorrindo e olhando para a câmera

Para quem é

Se alguma destas frases descreve a sua vida, você está no lugar certo.

  • Você recebeu um psicodiagnóstico e ficou sem saber o que fazer com aquela informação.
  • Suspeita de um padrão que talvez tenha nome, mas ainda não sabe por onde começar.
  • Já passou por vários terapeutas e não se reconheceu em nenhum dos processos.
  • Sente que virou uma lista de sintomas e perdeu de vista quem você é fora dela.
  • Precisa de suporte prático para o cotidiano, sem que isso vire mais uma cobrança.
  • Quer compreender a própria história para além do que está escrito no laudo.

Atendo de forma online jovens e adultos com psicodiagnóstico tardio de TEA (autismo), TDAH, bipolaridade, TOC e TAG.

O que eu faço

Da escuta individual à construção de rede.

Quatro frentes que se sustentam: o atendimento de cada pessoa, os espaços coletivos de troca, a formação de profissionais preparados para a clínica contemporânea e a consultoria para empresas e instituições.

Psicoterapia individual para jovens e adultos

Atendimento para jovens a partir dos 16 anos e adultos, fundamentado na psicanálise, mas desenvolvido de forma não tradicional, dialógica e adaptável às necessidades de cada pessoa.

Coletivos e grupos de troca

Grupos virtuais com conteúdo programático e mediação profissional, para conversar sobre temas específicos, compartilhar vivências e construir coletivamente formas de compreender determinadas experiências.

Intervisão para Todes

Formação, acompanhamento e troca clínica para estudantes de Psicologia em fase final da graduação e para psicólogues que querem construir uma atuação preparada para a clínica contemporânea.

Para empresas e instituições

Consultoria para instituições e organizações

Atuação técnica e consultiva com empresas, instituições de ensino e organizações em saúde mental, riscos psicossociais, acessibilidade e políticas de diversidade, equidade e inclusão.

O processo

Nenhuma etapa é surpresa.

Previsibilidade não é burocracia. Para quem já passou por processos confusos, saber o que vem a seguir é parte do cuidado. Escolha uma etapa para ver como ela acontece.

Primeiro contato e agendamento

O primeiro contato acontece pelo WhatsApp. A partir da sua mensagem, você é atendido pessoalmente por mim, podendo escolher a forma de comunicação que fizer mais sentido para você: mensagem escrita, áudio, vídeo ou formulário inicial.

A ideia é adaptar também essa primeira comunicação às suas necessidades e preferências. Nesse momento conversamos sobre como o atendimento acontece, sobre a disponibilidade de horários, e buscamos encontrar o melhor momento para realizarmos a entrevista inicial.

André Liberali sentado à mesa do consultório, com as mãos entrelaçadas, olhando para o lado
André Liberali Psicólogo clínico CRP 06/127431

Sobre

Conheço os dois lados: o consultório que acolhe e a empresa que adoece.

Sou André Liberali, psicólogo há doze anos, dez deles em clínica. Antes disso, e por muito tempo em paralelo, trabalhei com recursos humanos, treinamento e gestão de pessoas, inclusive em empresas em crescimento acelerado.

Saí do corporativo por discordar de uma lógica que muitas vezes buscava aumentar a produtividade sem questionar as estruturas que adoeciam as pessoas. Foi essa experiência que, depois, me fez perceber uma conexão importante entre os dois campos: grande parte das pessoas que chegavam à clínica estavam justamente tentando lidar com os efeitos dessas relações de trabalho sobre suas vidas.

Com o tempo, minha trajetória profissional foi se aproximando cada vez mais de questões relacionadas à neurodiversidade, gênero, diversidade e inclusão. Passei a acompanhar especialmente adultos neurodiversos, incluindo pessoas com TEA, TDAH, TOC, TAG e transtorno bipolar, entre outras condições, muitos deles chegando à compreensão ou ao diagnóstico apenas na vida adulta.

Acompanho esse público há cerca de uma década, em formação e supervisão continuadas. Meu trabalho se consolidou especialmente nesse espaço que existe entre o diagnóstico e a vida real: o que acontece depois de receber um nome para aquilo que se vive, ou enquanto ainda se tenta compreender o que está acontecendo.

Minha trajetória também é atravessada pelas questões de gênero e diversidade. Sou uma pessoa trans e, ao longo da minha experiência no contexto organizacional, estive próximo de discussões sobre gênero, diversidade e inclusão, realizando orientações e acompanhando empresas diante dos desafios relacionados a essas questões. Isso me permitiu desenvolver um olhar atento para as diferentes formas como gênero, identidade e diversidade atravessam os espaços profissionais e as relações de trabalho.

Na clínica, essa trajetória também me aproximou de pessoas LGBTQIA+, pessoas não monogâmicas e casais, ampliando meu campo de atuação para diferentes formas de viver a identidade, a sexualidade e os vínculos afetivos.

Hoje, todas essas experiências compõem o repertório a partir do qual construí o meu trabalho: a psicologia, a clínica, o universo corporativo e a minha própria trajetória atravessada por questões de gênero e diversidade.

  • CRP 06/127431Registro profissional ativo
  • 12 anosDe atuação como psicólogo
  • Linha teóricaPsicanálise não tradicional, clínica dialógica e adaptada ao aqui e agora
  • Supervisão continuadaHá dez anos, com foco neste público

Se você chegou até aqui, provavelmente já se reconheceu em alguma parte.

Me escreva contando o que está acontecendo. Eu respondo pessoalmente, explico como é o processo e, se fizer sentido para nós dois, marcamos a primeira conversa.

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Dúvidas frequentes

Perguntas difíceis com respostas diretas.

Não. A psicoterapia pode começar tanto a partir de um diagnóstico já realizado quanto de uma suspeita ou simplesmente da percepção de que algo na sua vida não está fazendo sentido ou não está como você gostaria.

O processo também pode ajudar a compreender melhor essas questões e, quando necessário, orientar a busca por uma avaliação especializada.

Tudo bem. Você não precisa chegar com uma explicação pronta. Muitas pessoas procuram a psicoterapia justamente porque percebem dificuldades, padrões ou sentimentos que não conseguem compreender completamente.

O processo pode ser um espaço para investigar essas experiências e construir, aos poucos, uma compreensão mais organizada sobre o que está acontecendo.

Não. Um diagnóstico pode ajudar a compreender determinados padrões e algumas experiências ao longo da vida, mas não representa a totalidade de uma pessoa.

A psicoterapia pode ajudar a compreender o que o diagnóstico explica, o que ele não explica e como essa informação pode ser integrada à sua história sem reduzir sua identidade a um rótulo.

O processo é construído de acordo com a história, as necessidades e as particularidades de cada pessoa. Algumas se beneficiam de conversas mais reflexivas e simbólicas; outras precisam de recursos mais concretos para organização, rotina, tomada de decisões ou manejo das demandas do cotidiano.

O psicodiagnóstico pode ser uma das informações consideradas no processo, mas não é o centro da pessoa nem determina sozinho o caminho da terapia.

Não necessariamente. Os sintomas e dificuldades fazem parte do processo, mas o trabalho não se limita a eles. Também podemos olhar para identidade, relacionamentos, trabalho, autonomia, pertencimento, escolhas, história de vida, desejos, potencialidades e para a maneira como você construiu sua relação consigo mesmo e com o mundo.

Sim. A identidade não se resume a um diagnóstico. Questões relacionadas a pertencimento, relações, gênero, sexualidade, trabalho, família, escolhas e trajetória pessoal podem fazer parte do processo terapêutico.

A proposta é compreender como essas diferentes dimensões se relacionam e como você pode construir uma narrativa sobre si mesmo que faça sentido para sua experiência.

Não necessariamente. A psicoterapia envolve uma relação e, por isso, a identificação com o profissional, a forma de condução do processo e a maneira como as questões são trabalhadas fazem diferença. Nem todo profissional ou abordagem será adequado para todas as pessoas, e isso não significa que exista algo de errado com você.

Se você já passou por outros processos e sentiu que não encontrou um espaço em que pudesse se reconhecer, isso também pode ser uma informação importante sobre aquilo que você procura.

Sim. Questões práticas também podem fazer parte da psicoterapia. Organização de rotina, planejamento, tomada de decisões, autocuidado, trabalho, estudos e manejo das demandas cotidianas podem ser trabalhados quando são relevantes para a vida daquela pessoa.

A proposta é compreender a dificuldade e construir estratégias que sejam possíveis e sustentáveis, em vez de simplesmente impor uma rotina ideal.

Não existe a obrigação de chegar com uma pauta pronta ou falar sobre determinado assunto em todas as sessões. O processo é construído em conjunto. Em alguns momentos, pode haver uma questão específica para trabalhar; em outros, pode ser importante observar o que está acontecendo na vida naquele período e compreender os sentidos e padrões envolvidos.

Em situações específicas, sim. Quando isso fizer sentido para o processo, pode ser desenvolvido um trabalho de psicoeducação para ajudar familiares ou pessoas próximas a compreender melhor questões relacionadas ao diagnóstico, à neurodiversidade e às necessidades daquela pessoa.

Também podem ser trabalhadas comunicação, limites e formas de convivência, sempre de acordo com a proposta definida para aquele processo.

Em situações específicas, sim. Quando existe uma necessidade relacionada ao psicodiagnóstico, pode ser possível, com autorização da pessoa atendida, estabelecer uma comunicação com profissionais de Recursos Humanos, empresas ou instituições de ensino para pensar adaptações, estratégias de manejo e recursos de acessibilidade.

Essa articulação é complementar à psicoterapia individual e é avaliada de acordo com a necessidade de cada caso.

Você pode esperar um espaço de escuta, investigação e construção conjunta. Não existe uma promessa de respostas prontas ou de uma fórmula para resolver todos os problemas.

O objetivo é desenvolver, ao longo do processo, uma compreensão mais ampla sobre sua história, sua experiência subjetiva e sua relação com o mundo; identificar padrões que precisam ser transformados; reconhecer potencialidades; e construir possibilidades mais coerentes com a vida que você deseja viver.

O atendimento é online, o que permite acompanhar pacientes em qualquer lugar do Brasil e no exterior. Para quem está em outro fuso, o horário é combinado no primeiro contato.

Medicação é competência médica, não psicológica. O que a psicologia faz é fornecer leitura clínica e informação que ajudem o seu médico a decidir com mais elementos. O trabalho em conjunto com a psiquiatria é comum nesses casos.

Os valores e a frequência são informados no primeiro contato pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.

Blog

Artigos e Conteúdos

Textos sobre neurodiversidade em adultos, identidade, relacionamentos e trabalho, escritos de forma que possam fazer sentido pra você.

Novos conteúdos em preparação.

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Contato

Vamos conversar.

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