Psicoterapia individual para jovens e adultos
Atendimento para jovens a partir dos 16 anos e adultos, fundamentado na psicanálise, mas desenvolvido de forma não tradicional, dialógica e adaptável às necessidades de cada pessoa.
Psicologia clínica para jovens e adultos
Atendo jovens a partir dos 16 anos e adultos que já receberam um psicodiagnóstico, ou que suspeitam de um padrão que talvez tenha nome. O trabalho não é encaixar você no laudo. É compreender a sua trajetória para além dele e construir, junto, o que fazer com essa informação.
Para quem é
Atendo de forma online jovens e adultos com psicodiagnóstico tardio de TEA (autismo), TDAH, bipolaridade, TOC e TAG.
O que eu faço
Quatro frentes que se sustentam: o atendimento de cada pessoa, os espaços coletivos de troca, a formação de profissionais preparados para a clínica contemporânea e a consultoria para empresas e instituições.
Atendimento para jovens a partir dos 16 anos e adultos, fundamentado na psicanálise, mas desenvolvido de forma não tradicional, dialógica e adaptável às necessidades de cada pessoa.
Grupos virtuais com conteúdo programático e mediação profissional, para conversar sobre temas específicos, compartilhar vivências e construir coletivamente formas de compreender determinadas experiências.
Formação, acompanhamento e troca clínica para estudantes de Psicologia em fase final da graduação e para psicólogues que querem construir uma atuação preparada para a clínica contemporânea.
Para empresas e instituições
Atuação técnica e consultiva com empresas, instituições de ensino e organizações em saúde mental, riscos psicossociais, acessibilidade e políticas de diversidade, equidade e inclusão.
A proposta não se limita à compreensão de sintomas ou diagnósticos. O trabalho busca compreender a trajetória de cada pessoa: sua história, suas relações, suas escolhas e as formas de perceber a si mesma e de se posicionar no mundo. A partir desse percurso, a psicoterapia pode favorecer alívio do sofrimento, construção de autonomia, pertencimento e o desenvolvimento de formas mais possíveis de viver e se relacionar.
O atendimento é construído como uma troca terapêutica, e não como um espaço em que apenas o paciente fala. A linguagem, os recursos e as estratégias são adaptados às necessidades de cada pessoa. Essa flexibilidade é especialmente importante no atendimento de pessoas neurodiversas, considerando diferentes formas de percepção, comunicação, processamento e organização.
Dependendo do perfil e do momento de cada paciente, o processo pode envolver recursos simbólicos, arte, música, poesia, metáforas e analogias, assim como estratégias mais concretas e estruturadas: objetivos terapêuticos definidos, exercícios, tarefas, lembretes, aplicativos e recursos voltados para o cotidiano. A escolha parte daquilo que efetivamente favorece a compreensão, a elaboração e a aplicabilidade do processo para cada pessoa.
Há quem precise de um espaço de silêncio, acolhimento e conexão com o próprio corpo e com aquilo que sente. Há quem chegue já atravessado por muitas sensações, demandas e estímulos e precise de contorno, organização, direcionamento e ferramentas para lidar com a realidade. A psicoterapia pode ser, portanto, um espaço de sentir, elaborar, compreender, experimentar, treinar, falar, se posicionar e construir novas possibilidades.
O trabalho também considera os diferentes atravessamentos que constituem a experiência de cada pessoa, incluindo questões de gênero, raça, classe social, orientação sexual, formas de relacionamento, território, contexto familiar e realidade social. A compreensão do sofrimento não é dissociada das condições concretas em que cada pessoa constrói a própria vida.
A proposta não é trabalhar no formato tradicional de terapia em grupo, mas criar espaços de troca e elaboração coletiva a partir de temas que atravessam a vida de diferentes pessoas. A mediação oferece estrutura e direcionamento para que os encontros vão além do compartilhamento de experiências, favorecendo reflexão, psicoeducação, diálogo e construção de recursos a partir das diferentes perspectivas presentes no grupo.
Para adultos que receberam ou estão compreendendo diagnósticos como TDAH, TEA, TOC e transtorno bipolar. Os encontros abrem espaço para conversar sobre o processo de compreensão do psicodiagnóstico e suas implicações na identidade, nas relações, no trabalho, na organização da vida cotidiana e no autocuidado, além de adaptações que possam fazer sentido para cada pessoa.
Quero me inscrever neste grupoDestinado para pessoas com vivências diversas de gênero, raça e sexualidade no mundo corporativo. Um espaço de troca sobre as experiências de gênero dentro das instituições e empresas, abordando produtividade, reconhecimento, pertencimento, relações de poder, expectativas profissionais, identidade e os diferentes atravessamentos que aparecem na trajetória profissional.
Quero me inscrever neste grupoUm espaço de acolhimento, troca de conhecimentos e reflexão coletiva para pessoas adultas, de diferentes gêneros, que vivenciam relações não monogâmicas e desejam ampliar a compreensão sobre as próprias experiências e sobre as diferentes formas de construir vínculos.
O grupo propõe uma ponte entre a literatura e as experiências concretas da não monogamia, criando espaço para conversar sobre aquilo que acontece quando os conceitos e as propostas de desconstrução encontram a vida cotidiana, seus conflitos e suas contradições.
A partir de uma mediação profissional, discutimos temas como relações de poder, gênero, ciúmes e inseguranças, pertencimento, classe social, tempo, acordos, limites, comunicação e as diferentes formas de construir relações afetivas. Também olhamos para os desencontros entre aquilo que desejamos construir e os padrões que ainda atravessam nossas escolhas e vínculos.
A proposta é construir conhecimento coletivamente, a partir da teoria, das experiências compartilhadas e da reflexão sobre a vida real, sem respostas prontas nem um modelo único de relação.
Um espaço para trocar experiências, ampliar perspectivas, desenvolver recursos de comunicação e pensar sobre os conflitos, os desafios e as possibilidades que aparecem nas relações não monogâmicas, com acolhimento e mediação profissional.
Os grupos acontecem de forma virtual e são organizados previamente a partir de uma proposta temática e de um conteúdo programático. Neste momento estão em fase de formação e não há turmas em funcionamento: as próximas turmas são formadas a partir da procura e do perfil das pessoas interessadas, então a sua mensagem entra como inscrição de interesse.
A proposta nasce de uma experiência concreta: a dificuldade que muitos estudantes e profissionais recém-formados encontram para fazer a transição entre a formação acadêmica e a prática clínica. A graduação nem sempre oferece recursos suficientes para o cotidiano profissional, como manejo clínico, construção do setting, condução dos atendimentos, organização da prática, questões burocráticas, posicionamento profissional e os próprios desafios de começar a atuar.
Por isso, a Intervisão para Todes oferece um espaço de troca para além da relação tradicional entre professor e aluno. A proposta é construir uma rede de profissionais em diferentes momentos de experiência, com discussões de casos, orientação de manejo, elaboração de situações clínicas, trocas teóricas e compartilhamento de experiências sobre o cotidiano da prática psicológica.
Um dos diferenciais do projeto é a preocupação com o letramento para uma clínica contemporânea e socialmente contextualizada. As discussões podem envolver atendimento de pessoas trans, neurodiversidade, questões de raça, gênero, sexualidade, classe social, não monogamia e diferentes configurações familiares e relacionais. A proposta é que o profissional não apenas conheça esses temas, mas desenvolva recursos para compreender como eles aparecem no vínculo, na escuta, no manejo e na construção do processo terapêutico.
Para estudantes de Psicologia no último ano da graduação ou em período de estágio clínico. A intenção é criar uma possibilidade de inserção profissional que costuma ser difícil de encontrar no início da trajetória, oferecendo não apenas a vivência da prática clínica, mas também acompanhamento, orientação e contato com outros profissionais.
A priorização das vagas considera especialmente estudantes bolsistas e pessoas com vivências e corpos historicamente dissidentes ou em situação de vulnerabilidade social, buscando ampliar o acesso à formação e à inserção clínica para quem costuma encontrar mais barreiras nesse campo.
Quero me candidatar ao estágioMais do que ensinar uma forma única de fazer clínica, a proposta é construir espaços de troca que possibilitem aos profissionais desenvolver uma prática ética, contextualizada, crítica e sensível à singularidade de cada pessoa, aproximando profissionais, estudantes e pessoas que procuram uma clínica preparada para acolher experiências LGBTQIAPN+, neurodivergentes e outras vivências atravessadas por raça, gênero, classe e território.
Atuação técnica e consultiva junto a empresas, instituições de ensino e organizações na análise, na prevenção e no enfrentamento dos fatores que impactam a saúde mental, as relações de trabalho e a qualidade de vida no ambiente organizacional.
O trabalho pode contemplar o mapeamento e a análise de fatores de risco psicossocial, o apoio a estratégias relacionadas à NR-1 e à gestão de riscos ocupacionais, o diagnóstico institucional, a construção de ações preventivas e de promoção de saúde mental, além do desenvolvimento de políticas e práticas de diversidade, equidade e inclusão.
Também são desenvolvidas ações de treinamento, letramento e formação, ferramentas e estratégias de acessibilidade e consultoria para implementar e qualificar políticas de diversidade, inclusão e ações afirmativas no contexto organizacional. A atuação contempla temas como neurodiversidade, gênero e diversidade (LGBTQIAPN+), entre outras dimensões que atravessam as experiências de pertencimento, participação e desenvolvimento no trabalho.
Esse trabalho pode acompanhar diferentes etapas da experiência profissional dentro da organização: da revisão e orientação dos processos de recrutamento e seleção à construção de práticas mais inclusivas, passando pelo desenvolvimento de lideranças, equipes e áreas de Gestão de Pessoas, até a criação de ferramentas, protocolos e estratégias institucionais que favoreçam acessibilidade, equidade e permanência. A proposta é estabelecer uma ponte entre o conhecimento técnico e a realidade organizacional, contribuindo para ambientes mais acessíveis, seguros, inclusivos e sustentáveis.
A atuação pode ser estruturada como consultoria, assessoria técnica, palestra, curso, workshop, treinamento ou processo formativo, de acordo com as demandas, as características e os objetivos de cada organização. O propósito é transformar conhecimento técnico em estratégias concretas de cuidado, prevenção, inclusão e qualificação das relações institucionais e de trabalho.
Práticas estruturadas de inclusão e de promoção de saúde também sustentam uma perspectiva de prevenção e de sustentabilidade institucional, permitindo que a organização identifique antecipadamente situações que podem produzir sofrimento, conflitos, exclusão ou violações de direitos. Políticas consistentes qualificam a experiência das pessoas no trabalho e colaboram para uma gestão mais responsável dos riscos institucionais, relacionais e reputacionais, fortalecendo relações de trabalho mais éticas e sustentáveis no longo prazo.
O processo
Previsibilidade não é burocracia. Para quem já passou por processos confusos, saber o que vem a seguir é parte do cuidado. Escolha uma etapa para ver como ela acontece.
O primeiro contato acontece pelo WhatsApp. A partir da sua mensagem, você é atendido pessoalmente por mim, podendo escolher a forma de comunicação que fizer mais sentido para você: mensagem escrita, áudio, vídeo ou formulário inicial.
A ideia é adaptar também essa primeira comunicação às suas necessidades e preferências. Nesse momento conversamos sobre como o atendimento acontece, sobre a disponibilidade de horários, e buscamos encontrar o melhor momento para realizarmos a entrevista inicial.
Após o agendamento, reservamos 50 minutos para a entrevista inicial. Esse é um momento de conversa e acolhimento para conhecermos a sua história, a sua relação com processos terapêuticos anteriores, as suas demandas atuais e aquilo que você espera do acompanhamento. Também apresento a minha forma de trabalho e conversamos sobre aspectos práticos, como valores e periodicidade.
A entrevista permite uma primeira compreensão clínica, possibilitando identificar necessidades, possíveis direcionamentos e encaminhamentos quando necessário.
Mais do que avaliar se a terapia pode fazer sentido para você, esse encontro é uma oportunidade para perceber se existe identificação com a minha forma de trabalhar. Afinal, o vínculo e a possibilidade de se sentir compreendido são partes importantes do processo terapêutico.
Os atendimentos são realizados exclusivamente de forma online, por plataformas adequadas ao atendimento psicológico, buscando preservar o sigilo clínico. Para as sessões, é importante contar com uma conexão estável de internet e um ambiente que ofereça privacidade.
A partir da entrevista inicial e da decisão conjunta de iniciar o acompanhamento, construímos um plano terapêutico individualizado. Conversamos sobre a frequência das sessões, a carga horária de cada encontro, os melhores horários, o formato e também sobre a maneira como a terapia pode ser mais acessível e significativa para você. Isso pode incluir escolher entre sessões com a câmera ligada ou desligada, ajustar a linguagem utilizada, mais objetiva, simbólica ou técnica, e definir os melhores recursos e ferramentas.
Nem todas as pessoas vivenciam a terapia da mesma maneira. Algumas preferem encontros mais estruturados e objetivos; outras se beneficiam de sessões mais dialogadas, livres ou contemplativas. Podemos também utilizar diferentes recursos ao longo do processo, como aplicativos, diário das emoções, registros de rotina, exercícios, atividades e recursos artísticos.
O plano é construído considerando a sua história, a sua rotina, as suas sensibilidades, as suas necessidades e, principalmente, a forma como você se comunica, percebe e se relaciona com o mundo. A proposta é que a terapia não precise se encaixar em um único modelo: o processo também pode ser adaptado para que faça sentido para você.
Quando necessário, e sempre considerando as particularidades de cada caso, o acompanhamento também pode envolver articulação com outros profissionais e instituições.
Na área da saúde, isso pode incluir contato com profissionais da rede para favorecer avaliações, encaminhamentos, direcionamentos e estratégias de autocuidado. Também pode haver articulação com empresas e ambientes de trabalho, especialmente em situações que envolvam neurodiversidade e necessidade de adaptações ou estratégias de acessibilidade.
Da mesma forma, quando necessário, podemos articular com escolas, universidades, cursos técnicos e outras instituições de ensino, buscando orientar adaptações acadêmicas e recursos de acessibilidade. Essa etapa também pode envolver o direcionamento para grupos de troca, grupos terapêuticos, processos de letramento e orientação de familiares, entre outros recursos que ampliem a rede de cuidado.
A articulação acontece caso a caso, de acordo com as necessidades identificadas ao longo do processo terapêutico.
Sobre
Sou André Liberali, psicólogo há doze anos, dez deles em clínica. Antes disso, e por muito tempo em paralelo, trabalhei com recursos humanos, treinamento e gestão de pessoas, inclusive em empresas em crescimento acelerado.
Saí do corporativo por discordar de uma lógica que muitas vezes buscava aumentar a produtividade sem questionar as estruturas que adoeciam as pessoas. Foi essa experiência que, depois, me fez perceber uma conexão importante entre os dois campos: grande parte das pessoas que chegavam à clínica estavam justamente tentando lidar com os efeitos dessas relações de trabalho sobre suas vidas.
Com o tempo, minha trajetória profissional foi se aproximando cada vez mais de questões relacionadas à neurodiversidade, gênero, diversidade e inclusão. Passei a acompanhar especialmente adultos neurodiversos, incluindo pessoas com TEA, TDAH, TOC, TAG e transtorno bipolar, entre outras condições, muitos deles chegando à compreensão ou ao diagnóstico apenas na vida adulta.
Acompanho esse público há cerca de uma década, em formação e supervisão continuadas. Meu trabalho se consolidou especialmente nesse espaço que existe entre o diagnóstico e a vida real: o que acontece depois de receber um nome para aquilo que se vive, ou enquanto ainda se tenta compreender o que está acontecendo.
Minha trajetória também é atravessada pelas questões de gênero e diversidade. Sou uma pessoa trans e, ao longo da minha experiência no contexto organizacional, estive próximo de discussões sobre gênero, diversidade e inclusão, realizando orientações e acompanhando empresas diante dos desafios relacionados a essas questões. Isso me permitiu desenvolver um olhar atento para as diferentes formas como gênero, identidade e diversidade atravessam os espaços profissionais e as relações de trabalho.
Na clínica, essa trajetória também me aproximou de pessoas LGBTQIA+, pessoas não monogâmicas e casais, ampliando meu campo de atuação para diferentes formas de viver a identidade, a sexualidade e os vínculos afetivos.
Hoje, todas essas experiências compõem o repertório a partir do qual construí o meu trabalho: a psicologia, a clínica, o universo corporativo e a minha própria trajetória atravessada por questões de gênero e diversidade.
Me escreva contando o que está acontecendo. Eu respondo pessoalmente, explico como é o processo e, se fizer sentido para nós dois, marcamos a primeira conversa.
Falar com o André no WhatsAppDúvidas frequentes
Não. A psicoterapia pode começar tanto a partir de um diagnóstico já realizado quanto de uma suspeita ou simplesmente da percepção de que algo na sua vida não está fazendo sentido ou não está como você gostaria.
O processo também pode ajudar a compreender melhor essas questões e, quando necessário, orientar a busca por uma avaliação especializada.
Tudo bem. Você não precisa chegar com uma explicação pronta. Muitas pessoas procuram a psicoterapia justamente porque percebem dificuldades, padrões ou sentimentos que não conseguem compreender completamente.
O processo pode ser um espaço para investigar essas experiências e construir, aos poucos, uma compreensão mais organizada sobre o que está acontecendo.
Não. Um diagnóstico pode ajudar a compreender determinados padrões e algumas experiências ao longo da vida, mas não representa a totalidade de uma pessoa.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que o diagnóstico explica, o que ele não explica e como essa informação pode ser integrada à sua história sem reduzir sua identidade a um rótulo.
O processo é construído de acordo com a história, as necessidades e as particularidades de cada pessoa. Algumas se beneficiam de conversas mais reflexivas e simbólicas; outras precisam de recursos mais concretos para organização, rotina, tomada de decisões ou manejo das demandas do cotidiano.
O psicodiagnóstico pode ser uma das informações consideradas no processo, mas não é o centro da pessoa nem determina sozinho o caminho da terapia.
Não necessariamente. Os sintomas e dificuldades fazem parte do processo, mas o trabalho não se limita a eles. Também podemos olhar para identidade, relacionamentos, trabalho, autonomia, pertencimento, escolhas, história de vida, desejos, potencialidades e para a maneira como você construiu sua relação consigo mesmo e com o mundo.
Sim. A identidade não se resume a um diagnóstico. Questões relacionadas a pertencimento, relações, gênero, sexualidade, trabalho, família, escolhas e trajetória pessoal podem fazer parte do processo terapêutico.
A proposta é compreender como essas diferentes dimensões se relacionam e como você pode construir uma narrativa sobre si mesmo que faça sentido para sua experiência.
Não necessariamente. A psicoterapia envolve uma relação e, por isso, a identificação com o profissional, a forma de condução do processo e a maneira como as questões são trabalhadas fazem diferença. Nem todo profissional ou abordagem será adequado para todas as pessoas, e isso não significa que exista algo de errado com você.
Se você já passou por outros processos e sentiu que não encontrou um espaço em que pudesse se reconhecer, isso também pode ser uma informação importante sobre aquilo que você procura.
Sim. Questões práticas também podem fazer parte da psicoterapia. Organização de rotina, planejamento, tomada de decisões, autocuidado, trabalho, estudos e manejo das demandas cotidianas podem ser trabalhados quando são relevantes para a vida daquela pessoa.
A proposta é compreender a dificuldade e construir estratégias que sejam possíveis e sustentáveis, em vez de simplesmente impor uma rotina ideal.
Não existe a obrigação de chegar com uma pauta pronta ou falar sobre determinado assunto em todas as sessões. O processo é construído em conjunto. Em alguns momentos, pode haver uma questão específica para trabalhar; em outros, pode ser importante observar o que está acontecendo na vida naquele período e compreender os sentidos e padrões envolvidos.
Em situações específicas, sim. Quando isso fizer sentido para o processo, pode ser desenvolvido um trabalho de psicoeducação para ajudar familiares ou pessoas próximas a compreender melhor questões relacionadas ao diagnóstico, à neurodiversidade e às necessidades daquela pessoa.
Também podem ser trabalhadas comunicação, limites e formas de convivência, sempre de acordo com a proposta definida para aquele processo.
Em situações específicas, sim. Quando existe uma necessidade relacionada ao psicodiagnóstico, pode ser possível, com autorização da pessoa atendida, estabelecer uma comunicação com profissionais de Recursos Humanos, empresas ou instituições de ensino para pensar adaptações, estratégias de manejo e recursos de acessibilidade.
Essa articulação é complementar à psicoterapia individual e é avaliada de acordo com a necessidade de cada caso.
Você pode esperar um espaço de escuta, investigação e construção conjunta. Não existe uma promessa de respostas prontas ou de uma fórmula para resolver todos os problemas.
O objetivo é desenvolver, ao longo do processo, uma compreensão mais ampla sobre sua história, sua experiência subjetiva e sua relação com o mundo; identificar padrões que precisam ser transformados; reconhecer potencialidades; e construir possibilidades mais coerentes com a vida que você deseja viver.
O atendimento é online, o que permite acompanhar pacientes em qualquer lugar do Brasil e no exterior. Para quem está em outro fuso, o horário é combinado no primeiro contato.
Medicação é competência médica, não psicológica. O que a psicologia faz é fornecer leitura clínica e informação que ajudem o seu médico a decidir com mais elementos. O trabalho em conjunto com a psiquiatria é comum nesses casos.
Os valores e a frequência são informados no primeiro contato pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.
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